
A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza uma operação no Morro da Coroa, no Catumbi, região central da cidade, para localizar suspeitos de participação no assalto que deixou a arqueóloga Tânia Andrade Lima, de 81 anos, baleada.
Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em três endereços relacionados à investigação. A comunidade fica a aproximadamente 11 quilômetros do local onde ocorreu o crime.
Segundo a polícia, um dos suspeitos já foi identificado e seria integrante de um grupo criminoso envolvido em roubos na zona sul da capital. Seu nome não foi divulgado.
As autoridades também trabalham para identificar e localizar um segundo homem que teria participado da ação. Até o momento das informações divulgadas, ninguém havia sido preso.
Durante a operação, os policiais apreenderam aparelhos celulares e outros objetos que serão submetidos à perícia para auxiliar no esclarecimento do caso.
Tânia Andrade Lima foi baleada na quinta-feira, durante uma tentativa de assalto no cruzamento das ruas João de Barros e General Venâncio Flores, no Leblon, zona sul do Rio.
O criminoso tentou roubar a bolsa da arqueóloga e efetuou pelo menos três disparos antes de fugir.
Uma das hipóteses investigadas é a de que a vítima tenha sido alvo de uma modalidade de roubo conhecida como "saidinha de banco". Segundo a polícia, Tânia havia realizado um saque em dinheiro antes de ser abordada.
Após o ataque, a arqueóloga recebeu atendimento de agentes da Operação Segurança Presente e foi encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul.
De acordo com as informações divulgadas, ela permanecia internada enquanto a Polícia Civil prosseguia com as investigações para identificar e responsabilizar os envolvidos.
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